quarta-feira, 20 de junho de 2012

A realidade do nosso sertão hoje


O sertão nordestino vem sofrendo com a escassez de água, mesmo sendo parte integrante da região do Polígono das Secas, a destruição da nossa flora, e os crescentes desmandos acerca da questão ambiental, tem gerado os desequilíbrios ambientais, e as consequências à maioria das vezes, não é benéfica aos humanos, nem a própria vegetação.

Os tanques de barro encontram-se sem água, e para a salvação das criações o povo sertanejo tem que recorre aos donos de poços.

Há um bom tempo os trabalhadores do campo não consegue fazer suas colheitas com qualidade, às vezes nem colher consegue, as chuvas são escassas e mal distribuídas, na região nordeste do estado da Bahia tinha um período mais intenso de chuva que ia de novembro a janeiro, só que infelizmente não tem sido mais assim, e a quantidade de chuvas não são suficientes para repor as águas dos tanques, reservatórios e cisternas.

A vegetação também sofre as consequências, o clima semiárido e a vegetação de caatinga que na língua indígena dos Tupi significa “mata branca”, encontra-se um bioma em que existem espécies 100% brasileira, com plantas xerófitas, adaptadas a secas, plantas de raízes profundas, algumas outras quase sem folhas, e também muita com incidências de cactáceas.

Além das várias espécies de plantas nativas dessa região, a uma fauna com animais exuberantes, que está ameaçada pela presença de caçadores.

O mundo pede socorro, ainda há solução. 

Educação Ambiental pratique-a.



quarta-feira, 17 de março de 2010

Dengue

ATENÇÃO!



Queremos alertar a todos os moradores Cafarnauense ao cuidado que devemos ter com a Dengue. Pois em nosso município está aumentando cada vez mais os casos novos, inclusive temos casos suspeito de dengue hemorrágica. Não deixe água acumulada é o jeito mais eficiente de combater a Dengue. Mas não basta saber, tem que fazer. Verifique na sua casa se tem algum objeto que possa virar um criadouro de mosquito da Dengue.

A maioria dos ninhos ou criadouros está dentro das casas ou bem perto delas os quintais e terrenos baldios. Fique de olho! Cuidado a Dengue Mata!



Saiba mais sobre a Dengue







1- INTRODUÇÃO



A doença é uma das mais importantes arboviroses que atinge principalmente os países de clima tropical.



Há ocorrência de casos de dengue em todas as regiões do País. Contudo, nos últimos cinco anos a Região Nordeste notificou 742.899, representando 40% do total de casos notificados no período.



Atualmente, na Bahia, o mosquito transmissor da dengue esta presente nos 417 municípios e, em todos eles, já ouve registro de casos da doença a partir da epidemia que se iniciou no ano de 1994. Até Abril de 2009, no estado da Bahia, 342 municípios (82%) notificaram a doença através dos sistemas de informação da vigilância epidemiológica (DIVEP/DIS/Sesab-Sinan e Planilha paralela).



Atualmente, circula no estado três dos quatro sorotipos do vírus: DENV -2 (desde 1994), DENV -1 (desde 1927), DENV -3 (desde 2002).



2- CONHECENDO A DOENÇA



A dengue



Doença infecciosa febril aguda, que pode ser de curso benigno ou grave, podendo evolui para o óbito. Considera-se a dengue um dos maiores problemas de saúde pública do mundo, especialmente nos países tropicais, cujas condições sócio-ambientais favorecem o desenvolvimento e a proliferação de seu principal vetor o Aedes aegypti.



Agente etiológico



É um arbovírus (vírus transmitido por artrópodes, como os mosquitos) do gênero Flavivírus, pertencente à família Flaviviridae. Existem quatro sorotipos conhecidos com diferentes genótipos: DENV -1: 1-5, DENV -2: 1-6, DENV -3: 1-4, DENV -4: 1-3. Todos os sorotipos podem causar doença grave e fatal. Algumas cepas nos diferentes genótipos parecem ser mais virulentas ou possuir maior potencial epidêmico. Contudo, esta relação ainda não foi devidamente esclarecida.



Ciclo de vida do vetor



No seu ciclo de vida, o Aedes aegypti apresenta quatro fases: ovo, larva, pupa e adulto. O mosquito adulto vive, em media, de 30 até 35 dias. A fêmea põe seus ovos de quatro a seis vezes, sendo cerca de 100 ovos em cada vez, preferencialmente em recipientes artificiais contendo água limpa e parada. Um ovo do aedes aegypti pode permanecer viável por até 700 dias, mesmo que o local onde ele foi depositado fique seco. Se esse recipiente receber água novamente, o ovo eclode, podendo evoluir para larva, e atingir a fase adulta depois de, aproximadamente, dois ou três dias.



Modo de transmissão



O período de transmissibilidade do hospedeiro humano para o mosquito dura enquanto houver presença de vírus na corrente sanguínea (período de viremia). O homem esta apto a infectar o mosquito a partir do primeiro dia antes do aparecimento dos sintomas até o 5° dia da doença, após um período de incubação nas células (dendriticas, monócitos e macrófagos) do hospedeiro de, em média 5 dias. A transmissão se faz pela picada das fêmeas de mosquitos infectados no ciclo humano-mosquito-humano.



Não há transmissão de contato direto de um doente ou de suas secreções com pessoas sadias, nem por intermédio de água ou alimento.



5- IDENTIFICANDO CASOS SUSPEITOS DE DENGUE



Os casos suspeitos de dengue apresentam-se com doença febril aguda com duração máxima de até sete dias, acompanhada de, pelo menos, dois sinais/sintomas como cefaléia, dor retroorbitária, mialgia, artralgia, prostação ou exantena, associados ou não a presença de hemorragias.

Todo caso suspeito deve ser notificada à Vigilância Epidemiológica do município por qualquer profissional do ESF.



6- MEDICAMENTOS



Os medicamentos são recomendados para pacientes com febre elevada ou com dor e são eles: antitérmicos e analgésicos.



Os salicilatos não devem ser administrados, pois podem causar sangramento.



7- MEDIDAS DE PREVENÇÃO



OBSERVAR

ORIENTAR

Locais ou objetos que podem abrigar Aedes aegypti

O que fazer para evitar que se tornem criadouros do mosquito

Pratinho ou vasos de plantas ou xaxim dentro ou fora de casa

Preencher com areia até as bordas

Lixeiras dentro e fora de casa

Fechar bem o saco plástico e manter a lixeira fechada

Plantas que podem acumular água

Retirar a água acumulada nas folhas

Tampinha de garrafa, casca de ovo, latinhas, saquinhos plásticos e de vidro, copos descartáveis ou qualquer outro objeto que possa acumular água.

Colocar tudo em saco plástico, fechar bem e jogar no lixo.

Vasilhame para água de animais domésticos

Lavar com bucha e sabão em água corrente, ao menos, uma vez por semana.

Vaso sanitário em desuso

Deixar a tampa sempre fechada. Em banheiro pouco usados, puxar a descarga uma vez por semana.

Ralos de cozinha, de banheiro, de sauna e de ducha.

Verificar se há entupimento. Se houver, providenciar o imediato desentupimento. Se não estiver usando, mantê-los.

Bandejas externas de geladeira

Retirar sempre a água. Lavar com sabão, pelo menos, uma vez por semana.

Suporte de garrafões e água mineral

Lavrar bem sempre que for trocar os garrafões

Lagos, cascatas e espelhos d’água decorativos

Manter estes locais sempre limpos. Crias peixes, pois eles se alimentam de larvas. Mantenha a água tratada com cloro ou encha com areia

Tonéis ou depósitos d’água

Lavar com bucha e sabão as paredes internas, pelo menos, uma vez por semana. Tapar com telas aqueles que não têm tela própria.

Piscinas em desuso ou não tratadas

Tratar a água com cloro. Limpar uma vez por semana. Se não for usá-las, cobri-las bem. Se estiverem vazias, colocar 01kg de sal no local mais raso.

Calhas de água de chuva em desnível

Verificar se elas não estão entupidas. Remover as folhas e outros materiais que possam entupi-las.

Pneus velhos abandonados

Entrega-los ao serviço de limpeza urbana. Caso realmente seja necessário mantê-los, guarda em local coberto e abrigado da chuva.

Garrafas PET e de vidro

Tapar e jogar no lixo todas as que não for usar

Lajes

Retirar a água acumulada

Cacos de vidro nos muros

Colocar areia em todos os que possam acumular água.

Baldes

Guardar de boca para baixo

Entulho e lixo

Evitar que acumulem. Manter o local sempre limpo.

Materiais em uso que podem acumular água

Secar tudo e guardar em local coberto.







PARA COMBATER A DENGUE, VOCÊ E A ÁGUA NÃO PODEM FICAR PARADOS!





quinta-feira, 4 de março de 2010

Informativo Sobre AIDS, SMS - Cafarnaum

A Secretaria de Saúde de Cafarnaum, através de Técnica de Enfermagem Ursula, vem alertar sobre as Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST) e AIDS.



O conhecimento do resultado do teste é um direito exclusivo do portador e do seu médico, não podendo ser divulgado em nenhuma circunstância. Essa proteção é necessária para evitar preconceito e discriminação e também porque o fato de uma pessoa ter o HIV não o impede de exercer qualquer atividade física, profissional ou social, não podendo, portanto, ser usada contra o portador em nenhuma circunstância.



O Ministério da Saúde disponibiliza o exame gratuitamente, procure a Secretaria Municipal de Saúde, Vigilância Epidemiológica. O resultado do teste é fornecido ao portador com todo sigilo e respeito em caso positivo ou negativo.



O portador é então informado sobre seus direitos, como pode conviver com o vírus sem se deixar discriminar ou abater. Ele também é orientado sobre como cuidar da saúde e pode viver anos sem que a doença se manifeste. Mas tem acesso e direito a testes que mostram a evolução do vírus e indicam o momento certo de se iniciar o tratamento com os anti-retrovirais.



Conheça mais sobre a AIDS



A AIDS, Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (sigla do inglês: Acquired Immune Deficiency Syndrome) se manifesta após a infecção do organismo humano pelo Vírus da Imunodeficiência Humana, o HIV (sigla do inglês - Human Immunodeficiency Vírus).



Síndrome



Grupo de sinais e sintomas que, uma vez considerados em conjunto, caracterizam uma doença.



Imunodeficiência



Inabilidade do sistema de defesa do organismo humano para se proteger contra microorganismos invasores, tais como: vírus, bactérias, protozoários, etc.



Adquirida



Não é congênita como no caso de outras imunodeficiências. A AIDS não é causada espontaneamente, mas por um fator externo (a infecção pelo HIV).



Este vírus tem período de incubação prolongado antes do surgimento dos sintomas da doença, infecção das células do sangue e do sistema nervoso e supressão do sistema imune.



A AIDS é uma doença complexa, uma síndrome, que não se caracteriza por um só sintoma. Na realidade, o vírus HIV destrói os linfócitos, células responsáveis pela defesa do organismo, tornando a pessoa vulnerável a outras infecções e doenças oportunistas, chamadas assim por surgirem nos momentos em que o sistema imunológico do indivíduo está enfraquecido.



Há alguns anos, receber o diagnóstico de AIDS era quase uma sentença de morte. Atualmente, porém, a AIDS pode ser considerada uma doença de perfil crônico. Isto significa que é uma doença que não tem cura, mas tem tratamento e uma pessoa infectada pelo HIV pode viver com o vírus por um longo período, sem apresentar nenhum sintoma ou sinal.



Isso tem sido possível graças aos avanços tecnológicos e às pesquisas, que propiciam o desenvolvimento de medicamentos cada vez mais eficazes. Deve-se, também, à experiência obtida ao longo dos anos por profissionais de saúde. Todos estes fatores possibilitam aos portadores do vírus ter uma sobrevida cada vez maior e de melhor qualidade.

terça-feira, 25 de agosto de 2009

História de Cafarnaum - Ba





Conhecendo Cafarnaum-Ba

Conta-nos o historiador Péricles Ferreira Coelho que o índio pataxó foi o primeiro habitante de Cafarnaum.

Sabe-se que o encontro do tropeiro com o índio e o bandeirante, abrindo a estrada boiadeira, tornou mais fácil a localização da água para mitigarem a sede. O Vereda é um curso de água que banha os municípios de Barra do Mendes, Canarana e América Dourada. O Vereda de Cafarnaum desemboca no Vereda de América Dourada. O de Barra do Mendes, do mesmo modo prossegue no curso até o Rio Jacaré, no município de Morro do Chapéu.

Muito tempo depois da vinda dos bandeirantes a esta região da Chapada Diamantina, o Vereda passou a se chamar Vereda de Romão Gramacho.

Afirmavam os mais velhos que o Vereda tinha seu curso de água permanente, devido à vasta vegetação existente na época. Após a devastação das matas o Vereda perdeu a sua perenidade e tornou-se um curso de água temporâneo.



OS PRIMEIRO HABITANTES

Os bandeirantes, vindos do litoral em busca de minérios, fizeram suas explorações às margens do Vereda e, após enfrentarem grandes obstáculos, conseguiram superar as intransponíveis barreiras da época muitas vezes lutando contra a própria natureza fascinados pelo ouro, diamante, esmeraldas e outros minérios.

O NOME

O nome Cafarnaum originou-se da existência de furnas às margens do Vereda, algumas artificiais, feitas a fogo, quando da exploração dos minérios. A Lapa do Gentio é uma gruta muito curiosa e distam apenas cinco quilômetros da sede do município. Na sua parte interna, verificam-se sobre as lajes várias caracteres de tintas pretas e carmim, pintados pelos índios, que o correr do tempo não apagou. No teto, na parte externa, existem pedaços de lajes que, ao se tocarem umas contra as outras emitem som, provocando no povo o desejo de desvendar o mistério.

DOADORES DE TERRAS

Eram possuidores de uma faixa de terras compreendidas de desde as proximidades de Jacobina até Bom Jesus da Lapa, o Senhor Conde da Ponte, João Saldanha da Gama Melo Torres Guedes de Brito, e sua esposa, Dona Maria Constância de Saldanha Oliveira e Souza, cujo nome de guerra era Dona Maria Joana, nas quais estavam incluídas as terras que hoje constituem o município de Cafarnaum conforme comprova escritura pública do Tabelionato Mota, de Salvador, datada de 11 de dezembro de 1811, documento n° 6, folhas 40 a 44.

FAMÍLIAS TRADICIONAIS

As tradicionais famílias foram: Cedro, Cruz, Barreto, Caboclo, Sapateiro e Ribeiro da Fonseca, que incorporaram famílias procedentes de outros municípios bem como de outros estados. Foram procedentes dos municípios de Lençóis, Mundo Novo, Morro do Chapéu, Jacobina, Miguel Calmon, Brotas de Macaúbas, Senhor do Bonfim, Tucano, Bom Conselho e outros. De outros estados, os de Goiás, Sergipe, Paraíba, Alagoas, Pernambuco, Ceará e Piauí. As famílias já aludidas se radicaram e se multiplicaram, constituindo hoje as ramificações das atuais famílias Guimarães, Gonçalves, Alves.


A CAPELA



A primeira capela foi edificada na sua praça principal atribuindo-se a uma digna atitude de um senhor vulgarmente conhecido por Borêta, que pouco depois de haver construído a capela transferiu-se para outra região sem jamais haver se comunicado com a comunidade. A construção da capela se deu no ano de 1914. Posteriormente a capela foi reconstruída várias vezes.

LUTAS POLÍTICAS

A influência das lutas políticas desencadeadas pelos chefes políticos das Lavras Diamantinas até o São Francisco não deixou de se refletirem em Cafarnaum. Houve concentração de grupos armados. Nesta localidade, daqui prosseguindo até às margens do Rio São Francisco.

Nesse longo período vários encontros se verificaram, sendo travados sangrentos combates, que ocasionaram consideráveis baixas em ambas as partes.

EMANCIPAÇÃO

A 7 de junho de 1961 entrou em tramitação na Assembléia Legislativa o projeto para sua emancipação. A 24 de julho de 1962, o Diário Oficial do Estado publicava o desmembramento do município de Morro do Chapéu. A 7 de abril de 1963, com as presenças de várias autoridades, foram realizadas as solenidades para a instalação da Câmara e para a posse do seu primeiro prefeito.

PREFEITOS DE CAFARNAUM



Djalma Oliveira Rios, governou Cafarnaum de 7 de abril de1963 até 7 de abril de 1967

Carlos Xavier de Oliveira, governou Cafarnaum de 7 de abril de 1967 até 7 de abril de 1971

Gutemberg Lima de Oliveira, governou Cafarnaum de 7 de abril de 1971 até 1° de fevereiro de 1973.

Segundo governo do Sr. Carlos Xavier de Oliveira de 1° de fevereiro de 1973 até 1° de fevereiro de 1977

Segundo governo do Sr. Gutemberg Lima de Oliveira, de 1° de fevereiro de 1977 a 1° de fevereiro de 1983.

O Sr. Eronides Souza Santos, governou Cafarnaum de 1° de fevereiro de 1983 com mandato até 1° de janeiro de 1989.

O Sr. Alexandre Faria da Silva, governou Cafarnaum de 1° de janeiro de 1989 e foi até 1° de janeiro de 1993.

O Sr. Edimário Neres de Souza, governou Cafarnaum de 1° de janeiro de 1993 e foi até 1º de janeiro de 1997.

O Sr. Evilásio dos Santos Brasil, governou Cafarnaum de 1º de janeiro de 1997 até 1º de janeiro de 2001.

Segundo governo do Sr. Evilásio dos Santos Brasil, de janeiro de 2001 até 1º de janeiro de 2005.

O Sr. Ivanilton Oliveira Novaes, governou Cafarnaum de 1º de janeiro de 2005 até 1º de janeiro de 2008.

Segundo governo do Sr. Ivanilton Oliveira Novaes, de 1º de janeiro de 2008 até 1º de janeiro de 2012.

DADOS GEOGRÁFICOS

situado a 428 Km da cidade de Salvador, o município de Cafarnaum, fica na zona fisiográfica da Chapada Diamantina Setentrional, mesorregião Centro Norte Baiano, microregião de Irecê abrangendo toda a área do Polígono das Secas. Pertence à bacia do São Francisco.

Cafarnaum se limita com os municípios de: América Dourada, Bonito, Canarana, Morro do Chapéu e Mulungu do Morro.

Clima: sub-úmido

Solo: semi-árido com período chuvoso de novembro a janeiro.

Temperatura média anual: 22,00° Celsius.

ECONOMIA



O município já foi famoso e reconhecido pelo grande potencial agrícola e agropecuário, tendo recebido o título de "Campeão na produção de mamona". Além de sido grande produtor de feijão. Hoje para o sistema de produção os agricultores utiliza da irrigação, sendo já um grande produtor de tomate.

A economia do município é baseada na produção agrícola, na pecuária, e no comércio local.


VASCONCELOS, Márcio Souza. Conhecendo Cafarnaum - Hitória de Cafarnaum-Ba. Texto extraido da Lei Orgânica do Município de Cafarnaum e Emendas, gestão 2001/2004. complementado com pesquisas. Bahia: Cafarnaum, 2009. Atualizado em 2012.